A presidente do Sindicato dos Policiais Federais em São Paulo (SINPF/SP), Susanna do Val Moore, se reuniu com Cristiano Jomar Costa Campidelli –da Coordenação Geral de Controle de Serviços e Produtos (CGCSP) e Humberto de Mattos Brandão, chefe da Divisão Nacional de Controle de Armas de Fogo (DARM) na última quarta-feira (01/02).

O QUE FOI TRATADO?

Retirada da taxa de registro para licença de armas para aposentados:  O sindicato solicitou que as mesmas prerrogativas, disciplinadas para outras forças policiais, sejam estendidas para os policiais federais para o exercício de suas funções, como a retirada da taxa de registro para licença de armas dos policiais federais aposentados e que eles possam continuar com o próprio armamento utilizado antes no trabalho, entre outras.

Competições de tiro desportivo:  O SINPF/SP também solicitou autorização para que policiais federais participem das competições de tiro desportivo com suas próprias armas registradas no SINARM ou a utilizada em serviço. E que o colega aposentado possa comprar munições de treino para armas cauteladas pela PF nas práticas destas competições.

Importância do tiro desportivo: O sindicato destacou a importância do tiro esportivo que, além de ser atividade esportiva serve como complemento do treinamento.  Segundo a entidade, a prática de Tiro Desportivo favorece o bem-estar do policial e que é um esporte que está intrinsicamente ligado à atividade-fim de policiamento. Os TCATs (Treinamentos de Controle e Atualização Técnica), que são excelentes para se alcançar a intimidade com o equipamento do trabalho dos policiais, ainda estão aquém do necessário em quantidade. Tendo em vista a alta demanda e a baixa disponibilidade de professores no estado de São Paulo, realiza-se tão somente 01 TCAT anual quando o ideal seriam três treinos semanais.

Desta forma, fomentar a prática de tiro desportivo e treinamento de armamento e tiro, preserva os recursos humanos e garante a aplicação do ordenamento jurídico com maior segurança e menores índices de abusos e efeitos colaterais.

As demandas foram atentamente ouvidas pelo coordenador-geral e pelo chefe da DARM, que se comprometeram a realizar uma avaliação técnica e a dar retorno com a maior brevidade possível.

“A reunião foi extremamente positiva.  Nossas demandas e sugestões bem recebidas pela equipe do DARM que se comprometeu a analisá-las da melhor forma e que colabore com nossa categoria”, avaliou Susanna do Val.

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